W.BATTU-Nào se serve a dois……

“NÃO SE SERVE A DOIS DEUS ES E A DOIS SENHORES!”
O Mação que se preza, jamais deveria envolver-se com seus inimigos, “in casu”, a Igreja Católica que o perseguiu e o maltratou no passado, desde o tempo das cruzadas até o período vigente.
Ora, se frequentando nossas Lojas, lá temos a liturgia do nosso rito e através dele, praticamos a fé, a esperança e a caridade, crendo de forma inabalável em nosso Deus, o Grande Arqutécto Carpinteiro do Universo e a Jesus Cristo, por que razão temos que nos imiscuir em Igrejas sejam elas da denominação que for?
É  falta de vergonha na cara de alguns irmãos, que sabendo da maçonaria ter sido no passado objecto de uma excomunga que perdura até hoje, ir pisar em solo de nossa desafeta e depois, passar por essa vergonha diante da sociedade civil. Aliás, para “aquelas” maçonarias que vivem as turras fazendo o mesmo com as suas co-irmãs, até que é uma boa lição. Quem não se reconhece entre si, não pode exigir reconhecimento dos outros, “in casu”, a Igreja Católica!
Como diz o Gaúcho: “NEGO BÃO NÃO SE MISTURA!”
Salute e Fratellanza!

Prof. Dr. Hc. Det. WALMIR BATTU - CDB/PR 0400

Ainda essa burrice?… Que Padre tapado e esse meu Deus!…

Igreja Católica proíbe participação de maçons em suas atividades em Tupaciguara

Recentemente não só a Ordem Maçônica de Tupaciguara e também toda a sociedade se viram surpresas com a mais recente medida tomada pelo pároco da cidade, padre Joéds, ao excluir a participação dos maçons de todas as ações da Igreja Católica, sejam elas religiosa ou comunitária. A decisão, que foi tomada em reunião realizada com os coordenadores da Pastoral Encontro de Casais em Cristo - ECC, também foi surpresa para os participantes da reunião, mais ainda para os maçons que lá estavam e que sempre estiveram à frente das ações da igreja em Tupaciguara.

Essa medida, que segundo o padre, foi tomada com base no Código de Direito Canônico - CDC que desde a sua elaboração em 1.783, incluindo o código já revisado em 1983, pelo então Papa João Paulo II, é contra a maçonaria e que a sua atitude não foi realizada em seu nome, mas em nome da Igreja Católica. “O que fizemos foi fomentar a clareza da fé na Igreja e na sua participação na vida da sua comunidade. Ninguém tem o direito de representar uma instituição e falar contra ela. Desta forma, o que fizemos foi colaborar para o bem da sociedade e de todas as pessoas, não só de algumas que tenham interesse próprio”. Neste caso, o padre destaca a Maçonaria que, para ele, é uma ordem fechada e individualista e, como mesmo disse, “Direcionada a um grupo de pessoas e não como está escrito no CDC aos católicos que devem viver em grande união e em comunhão com a igreja católica e são orientados a não participar de grupos que têm ideologias contrárias à fé batismal e nestes inclui-se a maçonaria”. “A igreja Católica, como diz o CDC, não admite que um cristão, que tem em sua formação a fé católica, participe de grupos que vão contra essa fé”, disse o padre.

Ao ser indagado a destacar quais atividades os maçons estão proibidos de participar, o padre destacou: “As indicações não são contra os maçons, elas têm o sentido de orientar os seus fiéis, aqueles que de fato são fiéis a Jesus Cristo, no segmento que ele deixou e na sua igreja que ele mesmo fundou, conforme é lembrado no Evangelho. E as orientações são para os seus fiéis, como está no artigo 1374 do CDC, não participem de organizações que diferem da Igreja Católica”, disse o padre.

Como mesmo consta das declarações do Padre Joéds, que fala em nome da Igreja Católica, não será permitido ao cidadão que pertença a maçonaria, mesmo ele sendo católico batizado, crismado, que fez a primeira comunhão, mesmo sendo fervoroso participante da vida da igreja, a participar de quaisquer atividades oriundas da igreja, a não ser que ele abdique, por completo, da sua participação na maçonaria, já que, para o padre, não se admite que o cristão católico divida sua fé com organizações ou grupos que estão contra a fé católica.

“Sou católico e maçom e nunca vou deixar de ser. Tenho minha fé inabalável que nunca teve a mínima interferência da maçonaria no sentido de que ela fosse diminuída ou maculada no mínimo que seja. Sinto muito pela atitude radical e individualista da Igreja Católica em Tupaciguara, já que o padre fala por ela e não pelos seus pensamentos. Para mim, tenho a convicção de que estas ações radicais e descabidas que estão sendo tomadas pelo pároco da cidade, não condizem com o pensamento da grande maioria dos católicos de Tupaciguara, por mais fervorosos que sejam. Nós, maçons, não temos como reverter e nem lutar contra esse tipo de ação que está sendo praticada pela Igreja, contra os maçons de Tupaciguara, já que isto não é novidade e vem de muitos séculos atrás. É do conhecimento de todos que isto vem desde a Inquisição quando se perseguia, matava, mutilava e se fazia horrores com os seres humanos que iam contra a imposição da Igreja Católica à época. Infelizmente, hoje se vê na Igreja Católica a prática da pedofilia inaceitável, dos estupros inconcebíveis e que no mundo maçônico é uma prática inaceitável, sob pena de exclusão imediata do praticante. Pelo o que foi dito pelo padre, o que está ameaçando a fé católica em Tupaciguara é um grupo de pessoas que integra uma ordem que só é fechada para suas ações e que sempre foi aberta e democrática para que seus integrantes professem sua fé religiosa da maneira que melhor lhe convier”, desabafou um maçom que achou melhor não se identificar, mas que sentiu na pele a decisão do padre Joéds.

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